A família passa por várias mudanças em seu ciclo de vida tanto ela como instituição como seus membros que vão desde o casamento, da união de dois seres de origens familiares diferentes, do nascimento dos próprios filhos, o desenvolvimento deles da fase infantil, adolescência e idade adulta, da definição de trabalho, da velhice e a morte.
Como instituição a família bem como seus membros são flexíveis, se adaptam interna e externamente as mudanças com: casamentos, nascimentos, doenças, separações, desempregos e mortes. O divórcio entre os pais é uma das mudanças que geram conflitos traumáticos,principalmente nos filhos menores que ficam sem orientação ao vivenciarem os relacionamento desencontrados entre os pais que cria um ambiente desarmônico e muitas vezes disruptivo (caótico, confuso). Esse estado gera nos filhos dificuldades na aprendizagem com possíveis transtornos mentais, alguns manifestados na adolescênciaem comportamentos agressivos, anti-sociais,abandonos da escola e desrespeito a autoridade.(ACKERMAN, 1986)
Para Ackerman, uma abordagem ampla sobre saúde mental do indivíduo deve incluir a dinâmica do seu grupo e ir mais além, até as complexas interrelações de indivíduo, família e a comunidade mais ampla.
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